A forma habitual de construir uma empresa digital é parti-la em duas. Uma equipa — normalmente uma agência — detém a marca: o nome, a voz, o logótipo, o site. Outra equipa — interna ou offshore — detém o produto: a app, a infraestrutura, aquilo que os clientes realmente usam. As duas salas raramente se encontram, e quando se encontram, é para discutir uma transição.
Achamos que essa divisão é a decisão mais cara que uma empresa jovem toma. Não porque uma das equipas seja má, mas porque é na distância entre elas que o trabalho se degrada.
O custo da tradução
Cada transição é uma tradução, e cada tradução perde algo. A equipa de marca desenha um site bonito; a equipa de produto reconstrói-o a partir de capturas de ecrã, e o espaçamento desvia-se, as cores ficam "perto o suficiente", o movimento desaparece. Seis meses depois, o site e a app parecem duas empresas que por acaso partilham um nome.
Uma equipa responsável
A CODIANT corre marca, design e engenharia como um único fluxo com um único ponto de responsabilidade. Quem define o posicionamento também desenha o produto e entrega o código de produção. Não há transição porque não há parede — uma decisão tomada na sessão de estratégia aparece no código na mesma semana.
É também por isso que conseguimos entregar uma marca e uma plataforma num só trimestre. O calendário não encurta por trabalharmos mais depressa; encurta por eliminarmos as distâncias.
